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<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:18:11 -0200</pubDate>
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<title>Terremoto no Chile expõe a lógica perversa do capital</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/733379/Terremoto-no-Chile-expoe-a-logica-perversa-do-capital.html</link>
<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:22:28 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="border: 0; margin: 4px;" alt="http://www.rpp.com.pe/cache/q_85_g_3_c_n_p__actualidad_449302.jpg" title="http://www.rpp.com.pe/cache/q_85_g_3_c_n_p__actualidad_449302.jpg" src="http://www.rpp.com.pe/cache/q_85_g_3_c_n_p__actualidad_449302.jpg?v=1267633226854" /></p>
<p>Ap&oacute;s o colapso da&nbsp;infra-estrutura, derivada do terremoto, o governo chileno &eacute; obrigado a pedir &uml;favores&uml; como se fossem esmolas aos concession&aacute;rios de servi&ccedil;os b&aacute;sicos para a popula&ccedil;&atilde;o afetada pela cat&aacute;strofe recente no pa&iacute;s. Neste contexto, denuncia-se mais fortemente a perversidade da l&oacute;gica do lucro e da liberdade de mercado que rege os servi&ccedil;os b&aacute;sicos dos estados ocidentais - no caso da Am&eacute;rica Latina, em geral privatizados durante os governos militares dos anos 70.</p>
<p>Leia o artigo completo no Correio da Cidadania e comente:</p>
<p><a target="_blank" title="Correio da Cidadania" href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/4378/9/">Terremoto no Chile exp&otilde;e a perversidade da l&oacute;gica do capital</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
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<title>Filhos da democracia do Chile não participam de eleição</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/680208/Filhos-da-democracia-do-Chile-n-o-participam-de-elei-o.html</link>
<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 13:02:55 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img width="376" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-democraciajovem.jpg?v=1260716436750" height="258" style="border: 0; margin: 4px;" /></p>
<p>Obs: O artigo &eacute; muito extenso, mas muito interessante.</p>
<p>Quando o general Augusto Pinochet realizou um referendo sobre seu mandato em 1988, uma onda de jovens eleitores foi a diferen&ccedil;a decisiva que marcou enfaticamente a transi&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s para a democracia.</p>
<p>Mas quando os chilenos forem para as urnas neste domingo, com o destino da coaliz&atilde;o que governa o pa&iacute;s h&aacute; 20 anos na balan&ccedil;a, os jovens eleitores provavelmente n&atilde;o ter&atilde;o um papel t&atilde;o importante. Embora sua democracia tenha amadurecido e sua administra&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica est&aacute;vel tenha se tornado motivo de inveja na Am&eacute;rica Latina, o Chile desenvolveu um s&eacute;rio caso de apatia pol&iacute;tica entre os seus cidad&atilde;os mais jovens.</p>
<p>Apenas 9,2% dos chilenos entre 18 e 29 anos est&atilde;o registrados para votar no domingo, o menor n&uacute;mero para uma elei&ccedil;&atilde;o presidencial desde que a democracia foi restaurada em 1990, e s&oacute; um pouco mais baixo do que o n&uacute;mero que registrado em 2005, quando os chilenos elegeram Michelle Bachelet, a primeira mulher a se tornar presidente do pa&iacute;s. </p>
<p>"Espero que esses 9% se transformem em 0%", disse Gonzalo Castillo, um estudante de hist&oacute;ria de 18 anos na Universidade do Chile, que recusou-se a se registrar. "Todos os candidatos representam os interesses da oligarquia, os interesses das grandes empresas."</p>
<p>Os jovens do Chile est&atilde;o frustrados por causa do sistema que exige que qualquer um que se registre seja obrigado a votar para o resto de sua vida, sob pena de ser multado. Eles dizem que o sistema, estabelecido sob o mandato de Pinochet, limita sua liberdade de express&atilde;o e motivou-os a n&atilde;o se registrarem.</p>
<p>Mas a gera&ccedil;&atilde;o mais jovem do Chile tamb&eacute;m &eacute; profundamente ap&aacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o ao processo pol&iacute;tico tradicional em geral, e ferozmente independente em rela&ccedil;&atilde;o aos assuntos que preocupam seus pais, que em sua maioria viveram na &eacute;poca da ditadura. </p>
<p>"A juventude do Chile hoje v&ecirc; o discurso pol&iacute;tico como a l&iacute;ngua de seus pais, n&atilde;o como a sua l&iacute;ngua", diz Juan Eduardo Faundez, diretor do National Yourth Institute. "Eles s&atilde;o filhos da democracia, e t&ecirc;m outras op&ccedil;&otilde;es e outras demandas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sociedade chilena, e &agrave; classe pol&iacute;tica."</p>
<p>A juventude chilena deu uma amostra de seu poder em 2006, quando dezenas de milhares de estudantes do segundo grau protestaram em todo o pa&iacute;s pedindo melhorias no sistema educacional.</p>
<p>Mas nem mesmo a energia jovem das ideias de um cineasta de 36 anos de idade, Marco Enriquez-Ominami, que est&aacute; concorrendo como candidato independente, foi suficiente para fazer com que os jovens fossem &agrave;s urnas este ano.</p>
<p>Enriquez-Ominami, que renunciou &agrave; sua vaga como congressista pelo Partido Socialista para concorrer &agrave; presid&ecirc;ncia, conseguiu sacudir a corrida eleitoral entre a coaliz&atilde;o Concertacion, no poder, e sua concorrente de direita.</p>
<p>Nas pesquisas da semana passada, Sebastian Pinera, um empres&aacute;rio bilion&aacute;rio de centro-direta, estava liderando com 44%, contra 31% de Eduardo Frei, um ex-presidente que pretende suceder Bachelet na cont&iacute;nua linhagem de presidentes apoiados pela Concertacion.</p>
<p>Enriquez-Ominami, que cresceu em parte no ex&iacute;lio na Fran&ccedil;a, estava em terceiro lugar com cerca de 18%, de acordo com as pesquisas.</p>
<p>&Agrave; v&eacute;spera da elei&ccedil;&atilde;o de domingo, nenhum candidato parecia ter mais de 50% dos votos, necess&aacute;rios para evitar um segundo turno em janeiro. Mas com 16% do eleitorado ainda indeciso - o maior n&uacute;mero antes de uma elei&ccedil;&atilde;o presidencial desde 1988 - os resultados s&atilde;o dif&iacute;ceis de prever, dizem os analistas. </p>
<p>A Concertacion, composta por socialistas, radicais e democratas-crist&atilde;os, construiu a democracia p&oacute;s-ditadura e estabeleceu programas sociais e pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas est&aacute;veis e simp&aacute;ticas ao mercado, tudo isso garantiu o respeito internacional ao Chile.</p>
<p>Nesta elei&ccedil;&atilde;o, a Concertacion se recusou a realizar prim&aacute;rias para selecionar seu candidato, como fazia antes, negando aos candidatos de fora uma chance para competir.</p>
<p>Isso deu a Enriquez-Ominami uma oportunidade para divulgar a si mesmo como um candidato independente. Sua campanha amea&ccedil;ou estilha&ccedil;ar o sistema eleitoral deixado por Pinochet, que garantia que duas coaliz&otilde;es se enfrentariam em todas as elei&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A capacidade de Enriquez-Ominami de representar um desafio s&eacute;rio sugere que alguns chilenos est&atilde;o cansados da Concertacion, apesar do sucesso de Bachelet, cujos programas sociais e administra&ccedil;&atilde;o eficiente da economia garantiram-na uma taxa de aprova&ccedil;&atilde;o de 74% nas pesquisas recentes. Frei, 67, cujo pai Eduardo Frei Montalva tamb&eacute;m foi presidente, &eacute; visto como parte da m&aacute;quina pol&iacute;tica conservadora, dizem os analistas.</p>
<p>Independentemente de quem vencer no domingo, &eacute; pouco prov&aacute;vel que as pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas do Chile mudem, j&aacute; que nenhum candidato est&aacute; propondo grandes reformas nesse campo, dizem os analistas.</p>
<p>Frei prometeu expandir os programas sociais que come&ccedil;aram com Bachelet, que melhorou as condi&ccedil;&otilde;es para as mulheres e aumentou dramaticamente o n&uacute;mero de ber&ccedil;&aacute;rios. Pinera disse num discurso na sexta-feira que ele iria aumentar a seguran&ccedil;a p&uacute;blica e atacar o tr&aacute;fico de drogas, e falou sobre a necessidade de lidar com os problemas da classe m&eacute;dia, que ele disse ter sido ignorada durante os anos de Bachelet.</p>
<p>Numa entrevista na sexta-feira, Enriquez-Ominami disse que ele pressionaria por reformas pol&iacute;ticas e melhorias no sistema de educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A popularidade de Bachelet dificilmente foi transferida para Frei. Membros do governo de Bachelet esperavam que os jovens eleitores pudessem desempenhar um papel estrat&eacute;gico nestas elei&ccedil;&otilde;es, que se mostraram uma das mais competitivas desde que as elei&ccedil;&otilde;es livres foram retomadas em 1989.</p>
<p>Em 1988, 95% dos eleitores com menos de 29 anos eram registrados, representando 36% do total de eleitores naquele ano, de acordo com n&uacute;meros do governo. Se todos os eleitores com menos de 29 anos fossem registrados no Chile hoje, eles somariam 32% do eleitorado, disse Faundez. Mas o n&uacute;mero de jovens eleitores registrados veio caindo desde 1988 e, no &uacute;ltimo m&ecirc;s de abril, chegou a uma baixa hist&oacute;rica de 7,5%, fazendo com que Bachelet autorizasse o National Youth Institute a gastar US$ 1 milh&atilde;o numa iniciativa de emerg&ecirc;ncia para registrar eleitores. O instituto conseguiu registrar 170 mil eleitores em dois meses, fazendo com que o n&uacute;mero voltasse a 9%, disse Faundez. </p>
<p>Enriquez-Ominami, apesar de suas tentativas de apelar para os eleitores mais jovens, mostrando-se como uma alternativa moderna e independente, tamb&eacute;m se mostrou incapaz de fazer com que o n&uacute;mero de eleitores subisse.</p>
<p>Numa entrevista na sexta-feira, Enriquez-Ominami culpou o sistema de registro volunt&aacute;rio e voto obrigat&oacute;rio do Chile por desencorajar os eleitores jovens a participarem do processo pol&iacute;tico. "O voto deveria ser um dever, n&atilde;o uma obriga&ccedil;&atilde;o", disse ele.</p>
<p>Bachelet tentou mudar o sistema em abril para que o registro fosse autom&aacute;tico aos 18 anos e a vota&ccedil;&atilde;o fosse volunt&aacute;ria, e n&atilde;o obrigat&oacute;ria como &eacute; hoje. A medida n&atilde;o foi aprovada no Congresso, onde alguns temiam que isso pudesse reduzir ainda mais a participa&ccedil;&atilde;o do eleitorado.</p>
<p>Como os jovens chilenos n&atilde;o votam, isso encorajou os candidatos a ignorarem suas preocupa&ccedil;&otilde;es. "&Eacute; um ciclo vicioso em que as pessoas que controlam o pa&iacute;s, para perpetuarem-se no poder, falam apenas com a gera&ccedil;&atilde;o mais velha", disse Faundez.</p>
<p>Esse hiato era palp&aacute;vel na Universidade do Chile na sexta-feira.</p>
<p>"Os jovens do Chile nunca sentiram que estavam inclu&iacute;dos no processo pol&iacute;tico", disse Sebastien Alfaro, 19, que disse que se registrou e planeja votar para Enriquez-Ominami. "Somos vistos apenas como um n&uacute;mero para os candidatos. Eles nunca criam projetos concretos, ou prop&otilde;em pol&iacute;ticas para os jovens."</p>
<p>Fonte: UOL Noticias-&nbsp; The New York Times - 13/12/2009</p>
<p>Coment&aacute;rio:</p>
<p>Na America Latina os eleitores acham que as elei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o uma forma de mudan&ccedil;a, com esperan&ccedil;a de mais emprego, mas programas de sa&uacute;de, etc, por&eacute;m&nbsp; esquecem&nbsp; que&nbsp; atrav&eacute;s de uma sociedade forte, consciente,&eacute; que faz as mudan&ccedil;as necess&aacute;rias. Hoje o jovem &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica, internet, &nbsp;&nbsp;&eacute; a democracia tribal, liberdade irrestrita sem responsabilidade. O jovem pensa como um n&uacute;cleo tribal e acha que esse n&uacute;cleo pode expandir de forma harm&ocirc;nica na sociedade. &nbsp;Mas esquece que esse n&uacute;cleo provoca colis&otilde;es, atritos.&nbsp; </p>
<p>O jovem constr&oacute;i sua &eacute;tica conforme seu grupo, ajustada a seu capricho e a exig&ecirc;ncia do presente imediato, n&atilde;o existe fundamentos de valores, despreza as institui&ccedil;&otilde;es tradicionais e desconhece o sentido das regras, normas, etc.</p>
<p>&nbsp;O jovem atual lembra muito a ess&ecirc;ncia da contesta&ccedil;&atilde;o dos hippies da d&eacute;cada de 60, onde esses &nbsp;jovens passaram a contestar a sociedade e a p&ocirc;r em causa os valores tradicionais e o poder&nbsp; econ&ocirc;mico. Hoje &eacute; uma mistura de hippie e de Easy Rider, por&eacute;m usufruindo de tecnologia e consumismo.</p>]]></description>
<wfw:commentRss>http://seligabrasil.bligoo.com/rss/comments/view/680208</wfw:commentRss>
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<title>Lula firme: "Não, não, não. Peremptoriamente não"</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/672413/Lula-firme-N-o-n-o-n-o-Peremptoriamente-n-o.html</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:25:34 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">Esta foi a declara&ccedil;&atilde;o de Lula sobre o reconhecimento das elei&ccedil;&otilde;es realizadas pelos golpistas e boicotadas pela popula&ccedil;&atilde;o hondurenha. A pol&ecirc;mica segue, a comunidade internacional est&aacute; dividida - coisa que acho curioso, j&aacute; que antes da elei&ccedil;&atilde;o ningu&eacute;m reconhecia os golpistas. Os EUA j&aacute; baixaram o rabo, aceitando as elei&ccedil;&otilde;es que devem beneficiar seus interesses econ&ocirc;micos na regi&atilde;o e se abstendo da &uacute;nica briga que vale a pena na Am&eacute;rica, mas continuam militarizando a Col&ocirc;mbia, para citar o exemplo mais not&oacute;rio.</p>
<blockquote>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">ESTORIL, Portugal (Reuters) - O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva reiterou nesta ter&ccedil;a-feira, de maneira enf&aacute;tica, que o governo brasileiro n&atilde;o reconhecer&aacute; o vencedor da elei&ccedil;&atilde;o realizada no domingo em Honduras.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">"N&atilde;o, n&atilde;o, n&atilde;o, n&atilde;o. Peremptoriamente, n&atilde;o", disse Lula a jornalistas quando indagado sobre a inten&ccedil;&atilde;o anunciada pelo vencedor do pleito hondurenho, Porfirio Lobo, de buscar o reconhecimento brasileiro &agrave; sua elei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">"N&atilde;o d&aacute; para fazer concess&atilde;o a golpista. Ponto pac&iacute;fico", acrescentou o presidente antes de deixar Portugal, onde participou da C&uacute;pula Ibero-Americana, para uma viagem oficial &agrave; Ucr&acirc;nia.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">Questionado sobre quanto tempo o presidente deposto Manuel Zelaya permanecer&aacute; na embaixada brasileira em Tegucigalpa, Lula afirmou que a situa&ccedil;&atilde;o "n&atilde;o &eacute; confort&aacute;vel" nem para Zelaya nem para a representa&ccedil;&atilde;o brasileira, mas que a sa&iacute;da do presidente deposto depende de garantias.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">"O melhor seria que o Zelaya voltasse para sua casa, e para ele voltar para sua casa teria que ter garantias institucionais ou constitucionais do governo para que ele volte", comentou.</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; padding: 0px;">Zelaya est&aacute; abrigado na embaixada do Brasil desde setembro, quando voltou a Honduras ap&oacute;s sofrer um golpe de Estado em junho (Fonte: UOL)</p>
</blockquote>]]></description>
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<title>Democracia Participativa</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/639132/Democracia-Participativa.html</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 15:34:58 -0200</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><a href="http://www.oceanosazules.cl" title="Comunidade Oceanos Azuis - Chile, espanhol" target="_blank"><img src="http://bligoo.com/media/users/3/181591/images/public/21859/Oceanos_Azules.jpg?v=1256142531773" title="Oceanos_Azules.jpg" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" /></a></p>
<p>Amig@s,&nbsp;</p>
<p>Aqui de onde escrevo, no Chile, a esquerda &eacute; uma social-democracia bem light. No entanto uma iniciativa chama a aten&ccedil;&atilde;o do ponto de vista da democracia participativa, um dos eixos que discutimos c&aacute; nesta comunidade: um site, feito com o mesmo Bligoo que n&oacute;s estamos usando, feito para construir o plano de governo do candidato da coalis&atilde;o "esquerda" Eduardo Frei, no &acirc;mbito das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais deste ano de 2009.</p>
<p>O site chama-se <a target="_blank" title="Oc&eacute;anos Azules - Chile, espanhol" href="http://www.oceanosazules.cl">Oceanos Azuis</a>, em refer&ecirc;ncia a um conceito super capitalista neo-neo-liberal (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blue_Ocean_Strategy" title="Wikipedia - Blue Ocean Strategy" target="_blank">link aqui para wikipedia em ingl&ecirc;s</a>), como se houvesse uma forma menos depredativa de capitalismo.</p>
<p>N&atilde;o obstante a "inspira&ccedil;&atilde;o", existe a boa inten&ccedil;&atilde;o de escutar o cidad&atilde;o que quer opinar sobre como seu candidato deve formular suas diretrizes de governo.</p>]]></description>
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<title>Argentina Moderniza Lei Audiovisual</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/633817/Argentina-Moderniza-Lei-Audiovisual.html</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 12:38:41 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>A Argentina acaba de aprovar nova legisla&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de comunica&ccedil;&atilde;o audiovisual. A nova lei regula a propriedade e gest&atilde;o dos meios, por exemplo impedindo a concentra&ccedil;&atilde;o de meios em uma pessoa f&iacute;sica ou jur&iacute;dica e estabelecendo limites &agrave; propriedade cruzada de meios: uma pessoa ter um jornal, um canal de &nbsp;TV e uma r&aacute;dio, por exemplo, como &eacute; o caso not&oacute;rio da Rede Globo no Brasil ou do grupo de August&iacute;n Edwards no Chile.</p>
<p>Quem se aventurar no espanhol pode conferir o artigo aqui:</p>
<p><a href="http://www.ciranda.net/spip/article3284.html" title="Artigo Ciranda.net" target="_blank">http://www.ciranda.net/spip/article3284.html</a></p>]]></description>
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<title>Unilateralismo na Mídia</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/633287/Unilateralismo-na-Midia.html</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:10:09 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>Encontrei esta l&uacute;cida an&aacute;lise (link abaixo) do tendencialismo editorial da Folha de S&atilde;o Paulo.</p>
<p>Vejam a import&acirc;ncia da pluralidade dos meios, porque o editor de um jornal como este "psicografa" o que quer que seja publicado, seleciona e ouve quem quer..</p>
<p>Da&iacute; a relev&acirc;ncia de iniciativas como esta comunidade no contexto da democratiza&ccedil;&atilde;o das comunica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p><a target="_blank" title="Artigo Ombudsman Folha de SP" href="http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=2557&amp;id_coluna=34">http://www.vermelho.org.br/coluna.php?id_coluna_texto=2557&amp;id_coluna=34</a></p>]]></description>
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<title>Marina Silva na corrida presidencial</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/624231/Marina-Silva-na-corrida-presidencial.html</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 14:08:24 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>Achei interessante a conclus&atilde;o de um artigo do Frei Betto sobre o panorama e as perspectivas da pol&iacute;tica na Am&eacute;rica Latina, falando sobre a entrada de Marina Silva na corrida presidencial:</p>
<blockquote>
<p>No Brasil, a entrada de Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente, na disputa presidencial pode significar um alerta e uma promessa. O alerta, a de que o governo Lula foi positivo, mas n&atilde;o o suficiente para implementar reformas estruturais e promover o desenvolvimento sustent&aacute;vel. A promessa, de que &eacute; poss&iacute;vel, sim, assegurar a governabilidade gra&ccedil;as ao apoio dos movimentos sociais, sem ceder ao que h&aacute; de mais arcaico, corrupto e conservador na pol&iacute;tica brasileira.&nbsp;</p>
</blockquote>
<p>Fonte: <a target="_blank" title="Artigo Frei Betto" href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3818/55/">Correio da Cidadania</a></p>]]></description>
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<title>Honduras e Chomsky</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/620841/Honduras-e-Chomsky.html</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:25:13 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>Achei que a Globo tinha se rendido ao pensamento cient&iacute;fico ao publicar uma entrevista totalmente favor&aacute;vel ao governo Lula e &agrave; a&ccedil;&atilde;o diplom&aacute;tica brasileira no caso Honduras.</p>
<p>Chomsky ataca o marasmo, a indiferen&ccedil;a dos EUA que chega a ser uma passividade com um significado pol&iacute;tico muito relevante, uma declara&ccedil;&atilde;o silenciosa de apoio ao golpe. Ao mesmo tempo elogia abertamente o posicionamento do governo Lula, o presidente Zelaya, tudo o que pode ser contra a linha editorial fascista da Veja e das organiza&ccedil;&otilde;es Globo.&nbsp;</p>
<p>Pensei: ser&aacute; que a verdade dos fatos, o reconhecimento internacional da legitimidade do posicionamento brasileiro em Honduras fez a turma torcer o nariz e reconhecer, respaldando o caso com um pensador reconhecido na comunidade internacional, mesmo sendo reconhecidamente um cr&iacute;tico &agrave; pol&iacute;tica imperialista dos EUA?</p>
<p>Ent&atilde;o foi que, do nada, aparece uma foto de Chomsky ao lado de Ch&aacute;vez, com o n&iacute;tido prop&oacute;sito de desqualificar o pensador estadunidense ao coloc&aacute;-lo como par de Ch&aacute;vez, outro alvo preferido das cr&iacute;ticas da direita americana.</p>
<p>Ainda assim vale a pena <a target="_blank" title="Chomsky e o papel do Brasil na crise de Honduras" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1322738-5602,00-NOAM+CHOMSKY+CRITICA+OS+EUA+E+ELOGIA+O+PAPEL+DO+BRASIL+NA+CRISE+DE+HONDURAS.html">ler a entrevista no G1</a></p>]]></description>
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</item>
<item>
<title>Democracia e Boteco</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/620301/Democracia-e-Boteco.html</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 22:07:58 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>Tomem seu tempo para ler os 800 e tantos coment&aacute;rios (e crescendo...) em cima da pol&ecirc;mica que gerou um dono de boteco mal-criado que n&atilde;o gostou da cr&iacute;tica que um blogger fez.&nbsp;</p>
<p>Est&aacute; hil&aacute;rio, al&eacute;m de muito instrutivo sobre o funcionamento das redes...</p>
<p><a target="_blank" title="Resenha em 6" href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html">http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html</a>&nbsp;</p>
<p>Liberdade de express&atilde;o, democracia, regula&ccedil;&atilde;o da internet, s&atilde;o algumas quest&otilde;es sens&iacute;veis suscitadas pelo epis&oacute;dio.</p>]]></description>
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<title>O que o Brasil tem a ver com Honduras?</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/616674/O-que-o-Brasil-tem-a-ver-com-Honduras.html</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:26:21 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Celo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p>Dado o impasse diplom&aacute;tico em Honduras entre o presidente deposto Manuel Zelaya e o presidente golpista Roberto Micheletti, envolvendo a embaixada brasileira em Tegucigalpa, o que voc&ecirc; opina que o governo brasileiro deveria fazer?</p>
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