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<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 12:24:28 -0300</pubDate>
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<title>STF decide pela manutenção da Lei de Anistia</title>
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<pubDate>Sat, 01 May 2010 11:51:38 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ap&oacute;s dois dias de julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (29), por 7 votos a 2, pela improced&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o apresentada pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que questiona a aplica&ccedil;&atilde;o da Lei de Anistia sobre os agentes do Estado que praticaram torturas durante o regime militar (1964-1985).</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanharam o voto do ministro relator Eros Grau, pela manuten&ccedil;&atilde;o da Lei de Anistia, os ministros C&aacute;rmen L&uacute;cia, Gilmar Mendes, Ellen Gracie, Marco Aur&eacute;lio, Celso de Mello e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso. J&aacute; os ministros Ricardo Lewandowski e Ayres Britto entenderam que a a&ccedil;&atilde;o da OAB era parcialmente procedente.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente Cezar Peluso iniciou seu voto dizendo que "&eacute;&nbsp; desnecess&aacute;rio dizer que nenhum ministro tem nenhuma d&uacute;vida da profunda avers&atilde;o dos crimes praticados, n&atilde;o s&oacute; pelo nosso regime de exce&ccedil;&atilde;o, mas de todos os regimes de todos os lugares e de todos os tempos&rdquo;.Para finalizar, ele afirmou que, se &eacute; verdade que cada povo resolve seus problemas de acordo com a sua cultura, "o Brasil fez uma op&ccedil;&atilde;o pelo caminho da conc&oacute;rdia". Ele disse ainda que "os monstros n&atilde;o perdoam. S&oacute; o homem perdoa, s&oacute; uma sociedade superior &eacute; capaz de perdoar". </p>
<p style="text-align: justify;">A favor da revis&atilde;o</p>
<p style="text-align: justify;">O voto mais contundente foi do ministro Ayres Britto, que classificou os torturadores de "monstros" e "tarados". "Perd&atilde;o coletivo &eacute; falta de mem&oacute;ria e de vergonha (...) O torturador &eacute; um monstro, um desnaturado, um tarado. N&atilde;o se pode ter condescend&ecirc;ncia com um torturador&rdquo;, disse. Ele justificou seu voto dizendo que &ldquo;exclui qualquer interpreta&ccedil;&atilde;o que signifique estender a anistia a qualquer tipo de crime hediondo, como a tortura, por exemplo&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Ricardo Lewandowski, os agentes p&uacute;blicos que cometeram crimes comuns n&atilde;o est&atilde;o anistiados automaticamente, mas seu voto abre a possibilidade para que eles sejam formalmente acusados e futuramente julgados por esses crimes. A decis&atilde;o final caberia ao juiz, na an&aacute;lise caso a caso dos processos.Ele disse ainda que os crimes cometidos com crueldade n&atilde;o podem ser considerados como pol&iacute;ticos ou a ele relacionados. &ldquo;Se assim fossem, ter&iacute;amos casos de pedofilia, estupro e genoc&iacute;dio sendo classificados como meros crimes pol&iacute;ticos&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Contra a revis&atilde;o</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem, durante a leitura de seu voto, de 76 p&aacute;ginas, o relator Eros Grau disse que, no Estado Democr&aacute;tico de Direito, o Poder Judici&aacute;rio n&atilde;o est&aacute; autorizado a alterar e reescrever a Lei da Anistia. &ldquo;Quem poderia rev&ecirc;-la seria exclusivamente o Poder Legislativo&rdquo;, disse Eros Grau. </p>
<p style="text-align: justify;">Eros Grau disse ainda que "a decis&atilde;o pela improced&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o exclui o rep&uacute;dio a qualquer tipo de tortura. H&aacute; coisas que n&atilde;o podem ser esquecidas&rdquo;, complementou.</p>
<p style="text-align: justify;">A ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia disse que &ldquo;n&atilde;o se pode negar que a anistia brasileira resultou de uma press&atilde;o social e foi objeto de debate de diversas personalidades e entidades, dentre estas, o pr&oacute;prio Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB&rdquo;. &ldquo;N&atilde;o vejo como reinterpretar uma lei, 31 anos depois&rdquo;, disse a ministra.</p>
<p style="text-align: justify;">O ex-presidente do Supremo, Gilmar Mendes, come&ccedil;ou seu discurso dizendo que o voto de Grau foi &ldquo;um voto memor&aacute;vel&rdquo;. Ele tamb&eacute;m relembrou a posi&ccedil;&atilde;o do relator da a&ccedil;&atilde;o afirmando que a OAB foi uma protagonista da constru&ccedil;&atilde;o da Lei de Anistia. &ldquo;Ainda como um jovem estudante de direito, lembro das discuss&otilde;es sobre o modelo de anistia. A OAB participou e foi construtora deste modelo&rdquo;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Como j&aacute; era esperado, o ministro Marco Aur&eacute;lio tamb&eacute;m votou pela improced&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o apresentada pela OAB. Ele destacou que n&atilde;o enxergava motivo nem mesmo para julgar a a&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que n&atilde;o existiria, segundo ele, controv&eacute;rsia jur&iacute;dica no caso. Ele, que costuma qualificar o regime militar como um "mal necess&aacute;rio", havia adiantado posteriormente que considera a anistia uma "virada de p&aacute;gina".</p>
<p style="text-align: justify;">Tamb&eacute;m votou contra a a&ccedil;&atilde;o da OAB o ministro Celso de Mello, que finalizou seu discurso dizendo que "a improced&ecirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o imp&otilde;e nenhum &oacute;bice da verdade e da preserva&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria hist&oacute;rica".</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: UOL Not&iacute;cias-29 de abril de 2010 </p>
<p style="text-align: justify;">Coment&aacute;rio </p>
<p style="text-align: justify;"><img width="386" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-Anistia.jpg?v=1272725307000" height="266" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" /></p>
<p style="text-align: justify;">Naquela &eacute;poca, o movimento pr&oacute;-anistia&nbsp; come&ccedil;ou nas ruas, para lutar por "anistia ampla, geral e irrestrita". A esquerda como sempre com amn&eacute;sia est&aacute; esquecendo desse detalhe, foi um acordo da sociedade, pol&iacute;ticos, OAB, entidades religiosas e sociais, etc.&nbsp; A esquerda s&oacute; vive do passado, lembra um museu, gosta de cad&aacute;ver embalsamado&nbsp; para chorar, lembrar o passado e beijar. A esquerda s&oacute; faz isso. Atualmente ela s&oacute; sobrevive usando a economia neoliberal. H&aacute; outros pa&iacute;ses optaram pela economia socialista, n&atilde;o produz, o povo sonha com comida, etc. Os governantes desses pa&iacute;ses lembram&nbsp; uma companhia de espet&aacute;culo itinerante,&nbsp; que oferece o socialismo como espet&aacute;culo circense para alegria da plat&eacute;ia. O socialismo s&oacute; vive de fantasia e sonho.&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A&nbsp; esquerda&nbsp;&nbsp; esquece que tamb&eacute;m torturou, matou pessoas inocentes e feriu. Usou bombas em pr&eacute;dios e aeroporto, deixando mortes e feridos. Nenhuma das v&iacute;timas inocentes ou parentes recebeu indeniza&ccedil;&otilde;es aviltantes como est&atilde;o recebendo a esquerda, que curvou diante do dinheiro do capitalismo que tanto combateu. O governo j&aacute; pagou mais de 1 bilh&atilde;o de d&oacute;lares&nbsp; aos anistiados. &Eacute; a lot&eacute;rica da esquerda. S&oacute; a esquerda ganha o pr&ecirc;mio &nbsp;e as v&iacute;timas deles n&atilde;o receberam nada de indeniza&ccedil;&atilde;o.</p>]]></description>
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<title>Cuba treina as Forças Armadas da Venezuela</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/770195/Cuba-treina-as-For-as-Armadas-da-Venezuela.html#content-top</link>
<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 11:58:08 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img width="357" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-CubaVenezuela.jpg?v=1272318825718" alt="bligo-CubaVenezuela.jpg" height="201" style="margin: 4px; border: 0px;" title="bligo-CubaVenezuela.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Coment&aacute;rio:O produto de exporta&ccedil;&atilde;o cubana, &eacute; a pr&oacute;pria revolu&ccedil;&atilde;o,&nbsp; que encontrou a revolu&ccedil;&atilde;o bolivariana para desempenhar esse papel na Am&eacute;rica Central e alguns pa&iacute;ses da America do Sul. Nenhum dos pa&iacute;ses latinos criticam essa &nbsp;inger&ecirc;ncia. Enquanto na Col&ocirc;mbia, o governo fez um acordo militar com os EUA, &nbsp;o&nbsp; protesto foi geral dos governos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Artigo:</p>
<p style="text-align: justify;">Antonio Rivero deixou Ex&eacute;rcito em rea&ccedil;&atilde;o &agrave; interfer&ecirc;ncia de Havana em treinamento e planejamento das For&ccedil;as Armadas venezuelanas </p>
<p style="text-align: justify;"><st1:personname productid="Em entrevista &agrave; Folha" w:st="on">Em entrevista &agrave; Folha</st1:personname>, militar demonstra insatisfa&ccedil;&atilde;o com caminhos adotados por Ch&aacute;vez, a quem apoiou desde golpe frustrado em 1992 </p>
<p style="text-align: justify;">O general de brigada venezuelano Antonio Rivero, 48, na reserva h&aacute; apenas um m&ecirc;s -a seu pedido-, acusou ontem o governo Hugo Ch&aacute;vez de permitir a inger&ecirc;ncia de Cuba nas For&ccedil;as Armadas do pa&iacute;s nas &aacute;reas de "treinamento, planejamento e intelig&ecirc;ncia". Afirmou que esse foi o principal motivo que o fez deixar a institui&ccedil;&atilde;o onde estava havia 25 anos. Disse que assim como rejeitou, ao lado de Ch&aacute;vez em sua tentativa de golpe fracassado em <st1:metricconverter productid="1992, a" w:st="on">1992, a</st1:metricconverter> presen&ccedil;a americana entre os militares, agora o faz com Havana. <st1:personname productid="Em entrevista &#65504; Folha" w:st="on">Em entrevista &agrave; Folha</st1:personname>, Rivero afirmou que &eacute; poss&iacute;vel dizer que o mal-estar que expressa n&atilde;o &eacute; uma opini&atilde;o isolada. O general da reserva, que dirigiu por cinco anos o equivalente &agrave; Defesa Civil na Venezuela, n&atilde;o descarta tentar carreira pol&iacute;tica agora. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - Suas cr&iacute;ticas &agrave; suposta inger&ecirc;ncia cubana refletem o pensamento de um grupo nas For&ccedil;as Armadas? </p>
<p style="text-align: justify;">ANTONIO RIVERO - Minha exposi&ccedil;&atilde;o &eacute; particular, pessoal. N&atilde;o estou autorizado a falar por outros oficiais da ativa. Por&eacute;m, eu sou militar cuja patente &eacute; a de um general e uma avalia&ccedil;&atilde;o minha pode se revestir, por quest&otilde;es de lideran&ccedil;a, em uma avalia&ccedil;&atilde;o como essa que voc&ecirc; faz. Poderia haver, mas n&atilde;o seria &eacute;tico falar por outros oficiais. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - Qual &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o cubana? </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - Eles t&ecirc;m presen&ccedil;a ativa nas For&ccedil;as Armadas, na tomada de decis&otilde;es, participando do planejamento, no treinamento, como no caso dos francoatiradores, na intelig&ecirc;ncia. H&aacute; generais e militares de patentes m&eacute;dias cubanos. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - O sr. disse que decis&otilde;es cubanas se sobrepuseram a avalia&ccedil;&otilde;es militares venezuelanas, como na quest&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as... </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - A organiza&ccedil;&atilde;o por regi&otilde;es &eacute; totalmente alheia &agrave; nossa cultura militar. O estabelecimento da divis&atilde;o por regi&otilde;es, tal qual como &eacute; a cubana, desde 2007, est&aacute; gerando uma situa&ccedil;&atilde;o bastante confusa com respeito &agrave;s linhas de comando </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - Qual a sua avalia&ccedil;&atilde;o sobre a Mil&iacute;cia Nacional Bolivariana? </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - &Eacute; um pessoal que n&atilde;o tem as condi&ccedil;&otilde;es militares avaliadas para poder levar uma vida militar ou uma situa&ccedil;&atilde;o de guerra. O treinamento se faz, mas de maneira muito ligeira, e desdiz da forma&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria militar. Distrai um pessoal profissional em treinamentos muito, muito distantes do que deveria ser. Seja qual for a condi&ccedil;&atilde;o ou o esp&iacute;rito da guerra, [essas for&ccedil;as] n&atilde;o estariam preparadas. Sem falar de estarem se aproveitando da nobreza, do esp&iacute;rito de admira&ccedil;&atilde;o, dos atrativos que participar das For&ccedil;as Armadas podem ter para civis de qualquer idade. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - Por que Ch&aacute;vez d&aacute; tanta &ecirc;nfase &agrave;s mil&iacute;cias? </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - Isso vem do ponto de vista cubano, onde tratam que a popula&ccedil;&atilde;o inteira se converta em "povo em armas", de formar um contingente que possa ser acionado em um momento determinado, em que pode surgir alguma eventualidade para o projeto do presidente, n&atilde;o necessariamente uma suposta agress&atilde;o externa. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - No desfile de 19 de abril, os militares cantaram palavras de ordem socialista. Isso &eacute; um problema? H&aacute; espa&ccedil;o de discuss&atilde;o? </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - Venho rejeitando isso em n&iacute;vel interno, progressivamente. At&eacute; ser posto na reserva. A discuss&atilde;o passa pela exclus&atilde;o imediata de qualquer oficial que se atreva a faz&ecirc;-lo. </p>
<p style="text-align: justify;">FOLHA - Teme ser preso? </p>
<p style="text-align: justify;">RIVERO - N&atilde;o temo. Mas a forma como o governo vem atuando em alguns casos me leva a pensar que posso sofrer algo, ser chamado traidor. Assumi todos os riscos e creio que era necess&aacute;rio para contrapor, frear essas a&ccedil;&otilde;es do presidente que desvirtuam a condi&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria das For&ccedil;as Armadas. E, acima disso, a condi&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s. Estou falando o que vi. N&atilde;o revelei nenhum segredo militar que implique na seguran&ccedil;a do Estado. Ao contr&aacute;rio, estou falando contra uma tentativa de afetar a seguran&ccedil;a do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo -S&atilde;o Paulo,&nbsp;23 de abril de 2010&nbsp; </p>]]></description>
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<title>Cuba privatiza salões de beleza</title>
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<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 13:13:06 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img width="401" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-SaalaoBeleza_401x247.jpg?v=1271988123890" height="247" style="border: 0; margin: 4px;" /></p>
<p style="text-align: justify;">Coment&aacute;rio</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditem se quiser, Cuba privatiza sal&otilde;es de beleza. At&eacute; que ponto um governo, considerado pela elite pensante &nbsp;global da esquerda, modelo socialista, manipula, dirige, conduz uma sociedade zumbi.</p>
<p style="text-align: justify;">&Eacute; um autentico zool&oacute;gico, onde o&nbsp; tratador (governo), aprisiona,&nbsp; faz lavagem cerebral,&nbsp; oferece alimenta&ccedil;&atilde;o e a sociedade tem apenas um espa&ccedil;o limitado para viver. A sociedade, a &nbsp;cria&ccedil;&atilde;o de gado e outros animais&nbsp; t&ecirc;m apenas um &uacute;nico dono, o governo. Coitado da revolu&ccedil;&atilde;o dos bichos. Tem muitos brasileiros dever&atilde;o cortar os cabelos em Cuba e guardar como recuerdo o corte a la cubana.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Cuba privatiza sal&otilde;es de beleza</b></p>
<p style="text-align: justify;">As autoridades comunistas de Cuba est&atilde;o entregando a administra&ccedil;&atilde;o de centenas de pequenas barbearias e sal&otilde;es de beleza do Estado aos funcion&aacute;rios, medida que parece ser o in&iacute;cio de uma reestrutura&ccedil;&atilde;o, j&aacute; esperada, do setor de servi&ccedil;os de pequeno porte sob o governo do presidente do pa&iacute;s, Ra&uacute;l Castro.</p>
<p style="text-align: justify;">A transfer&ecirc;ncia na administra&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o anunciada pelo governo, mas confirmada &agrave; ag&ecirc;ncia de not&iacute;cias Reuters por cabeleireiros e estilistas em v&aacute;rias cidades de Cuba. &Eacute; a primeira reforma de alcance nacional no setor de servi&ccedil;os de pequeno porte e &eacute; pioneira na entrega desse tipo de neg&oacute;cio a seus funcion&aacute;rios, desde a estatiza&ccedil;&atilde;o ocorrida em 1968.</p>
<p style="text-align: justify;">Os funcion&aacute;rios, que at&eacute; agora trabalham por um sal&aacute;rio mensal, poder&atilde;o alugar os sal&otilde;es e pagar impostos, segundo os cabeleireiros e profissionais da &aacute;rea de beleza consultados. Quem n&atilde;o quiser participar do novo modelo ser&aacute; transferido a outros setores ou poder&aacute; aposentar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova pol&iacute;tica, iniciada neste m&ecirc;s, se aplica, por enquanto, aos locais com mais de tr&ecirc;s cadeiras de cabeleireiro, est&aacute; sujeita a ajustes e estabelece o pagamento mensal de 15% da receita m&eacute;dia do neg&oacute;cio. Isso inclui o aluguel do local e equipamentos, al&eacute;m do imposto de previd&ecirc;ncia social.</p>
<p style="text-align: justify;">Os novos donos poder&atilde;o cobrar os pre&ccedil;os que o mercado esteja disposto a pagar e sua expectativa &eacute; de que consigam fazer bons neg&oacute;cios em Cuba, onde o sal&aacute;rio mensal ronda os 420 pesos cubanos, equivalente a cerca de US$ 20.</p>
<p style="text-align: justify;">Daisy, uma cabeleireira na Prov&iacute;ncia de Guant&aacute;namo, no extremo leste de Cuba, afirmou que teria de pagar 738 pesos mensais (US$ 33) de aluguel. Na Prov&iacute;ncia de Santiago de Cuba, tamb&eacute;m na regi&atilde;o oriental da ilha, o pre&ccedil;o m&eacute;dio ser&aacute; de 1.008 pesos e em Holgu&iacute;n, de 1.292 pesos.</p>
<p style="text-align: justify;">"Temos de pagar &aacute;gua, eletricidade e produtos, mas parece uma boa ideia", disse Daisy, explicando que os funcion&aacute;rios ficar&atilde;o encarregados de decorar e manter os locais."</p>
<p style="text-align: justify;">Para Yordanka, empregada de um sal&atilde;o de beleza na cidade de Holgu&iacute;n, <st1:metricconverter productid="730 km" w:st="on">730 km</st1:metricconverter> a leste de Havana, ser&aacute; uma responsabilidade que implicar&aacute; mais trabalho. Ela disse que vai "trabalhar muito duro para poder ganhar melhor, mas gosto da ideia".</p>
<p style="text-align: justify;">Barbeiros e manicures dever&atilde;o pagar menos do que os sal&otilde;es de beleza. Na cidade de Guant&aacute;namo, por exemplo, o aluguel e os impostos ser&atilde;o de 604 e 280 pesos, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuba &eacute; uma das poucas economias de estilo sovi&eacute;tico no mundo, onde o Estado controla mais de 90% da atividade. Outros pa&iacute;ses de governos comunistas como China e Vietn&atilde; liberalizaram tempos atr&aacute;s o pequeno varejo e os pequenos neg&oacute;cios.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que assumiu o poder, h&aacute; dois anos, Ra&uacute;l Castro vem implementando algumas medidas de liberaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 13/04/2010 </p>]]></description>
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<title>Cuba tiene hambre</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/748866/Cuba-tiene-hambre.html#content-top</link>
<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 16:01:34 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img width="415" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-CubaHambre1.jpg?v=1269628110140" alt="bligo-CubaHambre1.jpg" height="266" style="margin: 4px; border: 0px;" title="bligo-CubaHambre1.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Oswaldo Medina le sali&oacute; caro matar una vaca de su propiedad; fue condenado a tres a&ntilde;os y seis meses de c&aacute;rcel. El sacrificio de ganado vacuno, aunque sea el propio, &laquo;sin autorizaci&oacute;n previa del &oacute;rgano estatal espec&iacute;ficamente facultado para ello&raquo;, como establece el C&oacute;digo Penal, es un delito severamente castigado en Cuba, con penas de hasta cinco a&ntilde;os de prisi&oacute;n. Pero el hambre no tiene licencia en leyes como los jueces que las aplican. As&iacute; lo entendi&oacute; Oswaldo Medina y as&iacute; lo entienden muchos &laquo;guajiros&raquo; que se valen de mil tretas para poder comer y vender la carne de sus propias vacas.</p>
<p style="text-align: justify;"><img width="401" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-CubaHambre_401x173.jpg?v=1269629935546" height="173" style="border: 0; margin: 4px;" /></p>
<p style="text-align: justify;">En las carnicer&iacute;as no hay apenas carne y los cubanos no pueden pagarla</p>
<p style="text-align: justify;">Una vez tomada la decisi&oacute;n, Oswaldo Medina sab&iacute;a lo que ten&iacute;a que hacer. Esper&oacute; pacientemente al lubric&aacute;n, cogi&oacute; una de sus vacas, la m&aacute;s flaquita, le dec&iacute;an &laquo;Flor de ca&ntilde;a&raquo; de puro flaca, y la llev&oacute; a pastar a la v&iacute;a del tren. Confiada, &laquo;Flor de ca&ntilde;a&raquo; rumiaba y rumiaba sin saber que se trataba de su &uacute;ltima cena, hasta que pas&oacute; lo que Oswaldo Medina quer&iacute;a que pasara. Luego, recogi&oacute; los despojos y se dio un tremendo banquete con los suyos.</p>
<p style="text-align: justify;">Al d&iacute;a siguiente, el &laquo;guajiro&raquo; fue al centro veterinario de Camag&uuml;ey y relat&oacute; compungido que a su imprudente vaquita la hab&iacute;a matado el tren. Pero como su explicaci&oacute;n no result&oacute; convincente, la autoridad envi&oacute; peritos al lugar de los hechos, y despu&eacute;s de constatar que el cuerpo del delito hab&iacute;a desaparecido, le llevaron ante un juez. En su presencia, Oswaldo Medina confes&oacute; toda la verdad y nada m&aacute;s que la verdad, que la &laquo;libreta&raquo; no daba para nada, que ten&iacute;a mujer y tres hijos, que su madre viv&iacute;a con &eacute;l, que su suegra tambi&eacute;n, que ten&iacute;a a su cargo a un hermano mutilado de la guerra de Angola, y as&iacute;, de a poco, logr&oacute; convencer al magistrado, quien s&oacute;lo le conden&oacute; a tres a&ntilde;os y seis meses de c&aacute;rcel, porque le aplic&oacute; el agravante de sacrificio de ganado sin fines especulativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Castigo a la v&iacute;ctima del robo</p>
<p style="text-align: justify;">En Cuba hay muchos Oswaldo Medina y muchas &laquo;Flor de ca&ntilde;a&raquo; que mueren de manera violenta, arrolladas por el tren, despe&ntilde;adas, ahogadas..., a pesar de que la ley es severa. Si una vaca muere, el due&ntilde;o tiene que entregarla a las autoridades. Cuando nace un ternero, hay que inscribirlo antes incluso que a un ni&ntilde;o. Si se produce el robo de una vaca, la ley castiga al propietario, al que acusa de complicidad con el ladr&oacute;n. La muerte &laquo;accidental&raquo; de una res como &laquo;Flor de ca&ntilde;a&raquo; puede ser considerada como un &laquo;sabotaje&raquo; a la econom&iacute;a (...).</p>
<p style="text-align: justify;">La mayor&iacute;a de los cubanos que nacieron despu&eacute;s del per&iacute;odo especial no han probado nunca un bistec, algo que para sus padres es un recuerdo tan idealizado como el pollo de Carpanta en los tebeos espa&ntilde;oles de posguerra. La carne de res, como la llaman en Cuba, es algo inalcanzable que se encuentra en los supermercados con precios en divisas y en los hoteles exclusivos para turistas. Un kilo de carne equivale al salario medio mensual de un cubano, que s&oacute;lo puede comprarla si dispone de pesos convertibles. En la &laquo;bolsa negra&raquo; se puede conseguir carne m&aacute;s barata que en las tiendas, pero siempre en moneda fuerte (...). </p>
<p style="text-align: justify;">Las calor&iacute;as que deber&iacute;a aportar la carne de vacuno no se compensan con otros productos para proporcionar una dieta equilibrada. Y los cubanos se resienten de ello. Su alimentaci&oacute;n es escasa e inadecuada, a pesar de vivir en un pa&iacute;s especialmente dotado por la naturaleza para producir en abundancia. La revoluci&oacute;n no s&oacute;lo no ha resuelto ese problema sino que lo ha agravado. Desde hace casi 50 a&ntilde;os el Gobierno mantiene una cartilla de racionamiento, pero lo sorprendente es que tanto los productos como las cuotas asignadas mensualmente a cada persona han ido disminuyendo de a&ntilde;o en a&ntilde;o. La Libreta de Control de Venta para Productos Alimenticios, conocida popularmente como &laquo;la libreta&raquo;, se implant&oacute; en marzo de 1962 con el objetivo de racionar dr&aacute;sticamente el consumo y establecer un &laquo;reparto equitativo de alimentos&raquo;. Lo que en principio fue una medida provisional, como consecuencia del bloqueo estadounidense, degener&oacute; en h&aacute;bito (...).</p>
<p style="text-align: justify;">Tras la desaparici&oacute;n de <st1:personname productid="la Uni&oacute;n Sovi&eacute;tica" w:st="on">la Uni&oacute;n Sovi&eacute;tica</st1:personname>, el establecimiento del per&iacute;odo especial, &laquo;esa tristeza se niega al olvido como la penumbra a la luz&raquo;, como dice el bolero de Urbano L&oacute;pez Montiel, afect&oacute; de una manera particularmente especial a <st1:personname productid="la alimentaci&oacute;n. La" w:st="on">la alimentaci&oacute;n. La</st1:personname> cartilla de racionamiento qued&oacute; reducida a la m&iacute;nima expresi&oacute;n y desaparecieron todos los art&iacute;culos que se vend&iacute;an fuera del sistema de subvenciones. Algunos productos fueron sustituidos por suced&aacute;neos, otros se redujeron dr&aacute;sticamente y muchos sencillamente desaparecieron.</p>
<p style="text-align: justify;">&laquo;McCastro&raquo; vs. McDonalds</p>
<p style="text-align: justify;">La carne de res, que los cubanos llamaban la &laquo;novena&raquo; porque se vend&iacute;a por la &laquo;libreta&raquo;, con rigurosa puntualidad, cada nueve d&iacute;as, fue sustituida, es un decir, por subproductos como el lactosoy, cereal a base de soja, o el fricandel, una masa c&aacute;rnica de misteriosa composici&oacute;n que los hambrientos cubanos com&iacute;an con grima porque no ten&iacute;an otra cosa que llevarse a <st1:personname productid="la boca. Pero" w:st="on">la boca. Pero</st1:personname> el &laquo;invento&raquo; m&aacute;s sonado fue <st1:personname productid="la &laquo;MacCastro" w:st="on">la &laquo;MacCastro</st1:personname>&raquo;, como bautizaron popularmente a una especie de hamburguesa &laquo;dise&ntilde;ada&raquo; por el Centro de Investigaciones de <st1:personname productid="la Industria Alimentaria" w:st="on">la Industria Alimentaria</st1:personname>, que seg&uacute;n la propaganda oficial no ten&iacute;a nada que envidiar a las MacDonald del &laquo;imperio&raquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Los cubanos complementaban esas &laquo;exquisiteces&raquo; con otras, no menos ingeniosas, primorosamente elaboradas con lo que ten&iacute;an a mano, como las croquetas de fideos o las hamburguesas que hac&iacute;an, no con carne, obviamente, sino con c&aacute;scaras molidas de toronja o de pl&aacute;tano, que luego rebozaban y fre&iacute;an (...). </p>
<p style="text-align: justify;">Una pr&aacute;ctica muy extendida para conseguir las calor&iacute;as necesarias, es la cr&iacute;a de animales en las viviendas, sobre todo cerdos y gallinas. En una comparecencia en televisi&oacute;n, Fidel Castro se refiri&oacute; a la cr&iacute;a de cerdos &laquo;que en ocasiones se realiza incluso dentro de edificios multifamiliares&raquo; y advirti&oacute; del peligro que eso supon&iacute;a para la salud p&uacute;blica. Durante su intervenci&oacute;n, el dictador reconoci&oacute; que el Gobierno no hab&iacute;a podido acabar con esa costumbre, ni siquiera en La Habana, a pesar de haberla &laquo;limpiado&raquo; dos veces. Lo que Castro no dijo es que los porqueros urbanos recurren a un ardid para evitar que los chillidos de los cerdos les delaten. Por 5 d&oacute;lares, &laquo;veterinarios&raquo; especializados extirpan las cuerdas bucales de los animales, dej&aacute;ndolos mudos. Es una salida muy a la cubana que todav&iacute;a se mantiene (...).</p>
<p style="text-align: justify;">Fidel Castro nunca padeci&oacute; anemia. Seg&uacute;n cuenta Claudia Furiati, su bi&oacute;grafa oficiosa, todos los Castro nacieron con buen peso y mejor salud, porque, en palabras del doctor Strom, que atendi&oacute; los partos de Lina Ruz, madre de Fidel, ella &laquo;tomaba leche pura y fresca en cantidad, h&aacute;bito que adquirir&iacute;an, desde los primeros a&ntilde;os, tambi&eacute;n sus hijos, que be&shy;b&iacute;an la primera leche extra&iacute;da de las vacas&raquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">El comandante nunca perdi&oacute; esa sana costumbre, que pudo mantener gracias a una granja habilitada para su uso exclusivo en G&uuml;ines, al sur de la ciudad de <st1:personname productid="La Habana. Es" w:st="on">La Habana. Es</st1:personname> una finca sin nombre, dirigida por personas de absoluta confianza y protegida discretamente por una peque&ntilde;a guarnici&oacute;n de tropas especiales del Ministerio de las Fuerzas Armadas Revolucionarias. All&iacute; pastan todav&iacute;a varias docenas de vacas Holstein, de alto rendimiento lechero, adquiridas en Canad&aacute;. El &aacute;rea de orde&ntilde;o tiene aire acondicionado y cuenta con los m&aacute;s sofisticados recursos tecnol&oacute;gicos. Algunos miembros escogidos del Bur&oacute; Pol&iacute;tico del Partido Comunista de Cuba se benefician de los generosos regalos del comandante, sobre todo quesos, y una variedad de yogur natural con un ligero sabor a fresas, la especialidad de la &laquo;casa&raquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">Claudia Furiati se&ntilde;ala en su libro que el comandante siempre fue un gourmet, y a la bi&oacute;grafa no le falta raz&oacute;n, ni tampoco informaci&oacute;n, porque su libro, que recibi&oacute; el &laquo;nihil obstat&raquo; del propio Castro, tiene datos de primera mano. Y as&iacute;, revela que algunos de sus platos preferidos son la langosta asada, el bacalao dorado en olla de hierro, un buen bistec de ternera y pilaf a la griega; tambi&eacute;n los pescados, mariscos y el cordero a la plancha, acompa&ntilde;ados de ensaladas diversas.</p>
<p style="text-align: justify;">La Razon - 6 Junio 09 </p>
<p style="text-align: justify;">V&iacute;deo:</p>
<p style="text-align: justify;">
<object width="425" height="350">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ssIv2c-u7R0&fs=1&fs=1&fs=1&fs=1&fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ssIv2c-u7R0&fs=1&fs=1&fs=1&fs=1&fs=1" wmode="transparent" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"></embed>
</object>
</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>]]></description>
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<title>Fidelov y el Paredón Cubano</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/748514/Fidelov-y-el-Paredon-Cubano.html#content-top</link>
<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 09:21:30 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-paredon.jpg?v=1269605772078" alt="bligo-paredon.jpg" style="border: 0; margin: 4px;" title="bligo-paredon.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em cinco d&eacute;cadas, o regime dos irm&atilde;os Castrov fuzilou ao menos 3.820 pessoas e, segundo a estimativa mais conservadora -do pr&oacute;prio Fidelov, manteve na d&eacute;cada de 60 n&atilde;o menos que 20 mil oponentes pol&iacute;ticos atr&aacute;s das grades.</p>
<p style="text-align: justify;">A cifra de fuzilados consta do levantamento do projeto "Cuba Archive", mantido por uma associa&ccedil;&atilde;o de cubano-americanos sediada em Nova Jersey (EUA). O grupo, que existe desde 1996, diz ter chegado ao n&uacute;mero compilando documentos e depoimentos -desde 1959 at&eacute; hoje- dispon&iacute;veis em seu site (www.cubaarchive.org).</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto para documentar os crimes do regime &eacute; saudado por Marifeli Stable-P&eacute;rez, do think tank Inter-American Dialogue, de Washington, pelo jornalista especializado <st1:personname productid="em Am&#65513;rica Latina Andres Oppenheimer" w:st="on">em Am&eacute;rica Latina Andres Oppenheimer</st1:personname> e por Elizardo S&aacute;nchez, que desde 1987 preside a Comiss&atilde;o Nacional de Direitos Humanos de Cuba.</p>
<p style="text-align: justify;">"O Cuba Archive &eacute; um bom esfor&ccedil;o, mas n&atilde;o s&atilde;o cifras concretas porque a principal fonte &eacute; Havana, que n&atilde;o presta contas", diz P&eacute;rez-Stable.</p>
<p style="text-align: justify;">H&aacute; outras tr&ecirc;s estimativas citadas por analistas e historiadores; quando o tema &eacute; o "pared&oacute;n" cubano. </p>
<p style="text-align: justify;">1-O julgamento seguido de fuzilamento eliminou combatentes inimigos e companheiros de guerrilha rec&eacute;m transmutados em "contrarrevolucion&aacute;rios" no p&oacute;s-1959. </p>
<p style="text-align: justify;">2-Incorporado ao regime jur&iacute;dico que criminaliza a oposi&ccedil;&atilde;o, seguiu sendo aplicado contra dissidentes pol&iacute;ticos de maneira sistem&aacute;tica at&eacute; os anos 70, e esporadicamente desde ent&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">3-No "Livro Negro do Comunismo" (Bertrand Brasil, 1999), diz que entre 15 mil e 17 mil pessoas foram fuziladas. Diferentemente da parte sovi&eacute;tica, por&eacute;m, a se&ccedil;&atilde;o n&atilde;o p&ocirc;de contar com arquivos estatais da ilha.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor em&eacute;rito da USP radicado h&aacute; v&aacute;rios anos na Fran&ccedil;a Ruy Fausto, autor de "Outro Dia" (Perspectiva, 2009), que trata tamb&eacute;m de Cuba, diz que j&aacute; h&aacute; literatura cr&iacute;tica sobre a ilha que aborda o tema, embora raramente editada no Brasil. &Eacute; o caso de "Cuba, Cronolog&iacute;a, Cinco Siglos de Historia, Pol&iacute;tica y Cultura", de 2003, do historiador cubano Leopoldo Forn&eacute;s-Bonav&iacute;a.</p>
<p style="text-align: justify;">Em "Cronolog&iacute;a...", estima-se ao menos 4.000 fuzilados at&eacute; o final de 1961. "N&atilde;o &eacute; o n&uacute;mero total de fuzilados que &eacute; representativo, porque ele cai nos &uacute;ltimos anos. O que n&atilde;o cai &eacute; a repress&atilde;o, &eacute; o conjunto do sistema", diz Fausto.</p>
<p style="text-align: justify;">J&aacute; o historiador brit&acirc;nico Hugh Thomas, autor de "Cuba or The Pursuit of The Liberty" [Cuba ou a busca da liberdade] (1971), considerado um cl&aacute;ssico sobre hist&oacute;ria cubana, diz que em torno de 5.000 foram fuzilados at&eacute; 1970.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa &eacute; a cifra que costuma citar Marifeli P&eacute;rez-Stable, que liderou for&ccedil;a-tarefa de historiadores e ativistas de direitos humanos na Universidade Internacional da Fl&oacute;rida em 2003. O objetivo era criar um documento que servisse como embri&atilde;o de uma futura Comiss&atilde;o da Verdade, nos moldes das feitas no p&oacute;s-ditadura em pa&iacute;ses da regi&atilde;o como El Salvador.</p>
<p style="text-align: justify;">O documento final -"Cuba: Reconcilia&ccedil;&atilde;o Nacional"- argumenta que, al&eacute;m de exigir respeito aos direitos humanos nos dias de hoje, &eacute; preciso refletir "sobre o custo humano requerido pela revolu&ccedil;&atilde;o, em particular, mas n&atilde;o exclusivamente, nos anos 60".</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que n&uacute;meros, o painel optou por fixar perguntas e registrar casos-chave de abusos. O texto prop&otilde;e investiga&ccedil;&otilde;es sobre a&ccedil;&otilde;es dos oponentes do regime, principalmente os baseados em Miami, que quase sempre tinham apoio da CIA.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Folha de S&atilde;o Paulo - S&atilde;o Paulo, domingo, 21 de mar&ccedil;o de 2010&nbsp; </p>
<p style="text-align: justify;">Coment&aacute;rio</p>
<p style="text-align: justify;">Imagina uma comiss&atilde;o de verdade com indeniza&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a queda da fam&iacute;lia Castrov? Estava esquecendo s&oacute; existe&nbsp; indeniza&ccedil;&atilde;o de ditadura da direita.. No Brasil teve at&eacute; anistiado ou comunista entrou na justi&ccedil;a para equiparar sua indeniza&ccedil;&atilde;o com outro anistiado que recebeu maior indeniza&ccedil;&atilde;o, o que faz o dinheiro? </p>
<p style="text-align: justify;">Os sete pecados capitais da esquerda</p>
<p style="text-align: justify;">1-Ganhar &eacute; pecado</p>
<p style="text-align: justify;">2-Crescer &eacute; pecado</p>
<p style="text-align: justify;">3-Vencer &eacute; pecado</p>
<p style="text-align: justify;">4-Materialismo s&oacute; se for dial&eacute;tico</p>
<p style="text-align: justify;">5-Lucro s&oacute; se for para o partido</p>
<p style="text-align: justify;">6-Desenvolvimento econ&ocirc;mico &eacute; praga da humanidade</p>
<p style="text-align: justify;">7-Livre mercado &eacute; praga da humanidade</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo jeito s&oacute; Cuba encaixa nesses pecados. Mas Cuba est&aacute; cometendo uma heresia marxista, n&atilde;o&nbsp; est&aacute; resistindo ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e livre mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Os comunistas criaram a sociedade ut&oacute;pica que iriam para o para&iacute;so, mas s&oacute; conseguiram chegar ao inferno.O socialismo s&oacute; sobrevive <st1:personname productid="em Museus, Bibliotecas" w:st="on">em Museus, Bibliotecas</st1:personname>, Universidades e Internet.</p>]]></description>
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<title>Chávez confia em &#39;Deus bolivariano&#39; para chover</title>
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<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:20:04 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img width="403" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/1268413109850-bligo-Chavez2.jpg?v=1268413066750" alt="1268413109850-bligo-Chavez2.jpg" height="379" style="border: 0; margin: 4px;" title="1268413109850-bligo-Chavez2.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Venezuela sofre com racionamento de energia desde o in&iacute;cio do ano, o que afeta setor econ&ocirc;mico do pa&iacute;s</p>
<p style="text-align: justify;">Racionamento de energia, instala&ccedil;&atilde;o acelerada de plantas t&eacute;rmicas e a "ajuda de Deus, porque Ele &eacute; bolivariano", s&atilde;o as apostas do presidente da Venezuela, Hugo Ch&aacute;vez, para superar a grave crise de energia que amea&ccedil;a a economia do pa&iacute;s e pode prejudicar sua popularidade. </p>
<p style="text-align: justify;">Ch&aacute;vez disse que tem f&eacute; que as chuvas chegar&atilde;o e o n&iacute;vel das represas voltar&aacute; ao normal. As hidrel&eacute;ticas fornecem cerca de 70% da energia el&eacute;trica venezuelana. </p>
<p style="text-align: justify;"><img width="330" src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-ChuvaChavez.jpg?v=1268412473109" alt="bligo-ChuvaChavez.jpg" height="265" style="border: 0; margin: 4px;" title="bligo-ChuvaChavez.jpg" />Ch&aacute;vez utiliza a classifica&ccedil;&atilde;o "bolivariano" como selo pol&iacute;tico para identificar as obras de sua revolu&ccedil;&atilde;o socialista, inspirada nos ideais de Sim&oacute;n Bol&iacute;var, her&oacute;i da independ&ecirc;ncia latino-americana da domina&ccedil;&atilde;o espanhola no s&eacute;culo 19. Ele chegou a mudar o nome do pa&iacute;s para Rep&uacute;blica Bolivariana da Venezuela. </p>
<p style="text-align: justify;">At&eacute; agora, o plano do governo foi insuficiente para reduzir a demanda energ&eacute;tica, apesar das amea&ccedil;as de cortes no fornecimento a com&eacute;rcios e ind&uacute;strias que n&atilde;o reduzirem seu consumo. O racionamento afeta algumas regi&otilde;es e dura at&eacute; 14 horas por semana. </p>
<p style="text-align: justify;">"Ofere&ccedil;o minhas desculpas a todas as popula&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o sofrendo o racionamento el&eacute;trico. Mas o que venho dizendo desde o in&iacute;cio do ano, tinha que faz&ecirc;-lo, &eacute; como quando mandam a gente fazer dieta, (neste caso) uma dieta el&eacute;trica", afirmou em uma cerim&ocirc;nia transmitida pela televis&atilde;o estatal. </p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m de afetar a economia venezuelana, que no ano passado caiu em profunda recess&atilde;o, a crise el&eacute;trica est&aacute; prejudicando a popularidade de Ch&aacute;vez meses antes de elei&ccedil;&otilde;es legislativas, nas quais seus aliados poderiam perder a ampla maioria que possuem na Assembleia Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:O Estado de S&atilde;o Paulo - quarta-feira, 10 de mar&ccedil;o de 2010</p>
<p style="text-align: justify;">Coment&aacute;rio:</p>
<p>O professor Chavez&nbsp; preocupou-se tanto com a America Bolivariana, esqueceu de seu pa&iacute;s. Pelo jeito &eacute; mais f&aacute;cil chover petr&oacute;leo do que &aacute;gua. Como ele est&aacute; confiscando tudo, se ele pudesse confiscaria o c&eacute;u, a chuva por falta de abastecimento. Imagina a chuva bolivariana?</p>
<p>O ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya foi nomeado principal assessor pol&iacute;tico da Petrocaribe, um programa liderado pela Venezuela que envia milh&otilde;es de d&oacute;lares por dia em petr&oacute;leo para pa&iacute;ses mais pobres no Caribe e na Am&eacute;rica Central, a pre&ccedil;os subsidiados. O aluno Zelaya est&aacute; estagiando na escola bolivariana para saber onde ele errou? </p>]]></description>
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</item>
<item>
<title>Lula e Bachelet</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/738444/Lula-e-Bachelet.html#content-top</link>
<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 11:27:51 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-LulaBachelet.jpg?v=1268317353093" alt="bligo-LulaBachelet.jpg" style="border: 0; margin: 4px;" title="bligo-LulaBachelet.jpg" /></p>
<table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 406px; height: 108px;">
<tbody>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>&nbsp;</p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>Lula</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>Bachelet</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>Popularidade</p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>73%</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>80%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>Politico</p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>Esquerda sem ideologia</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>Esquerda ideol&oacute;gica</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>Populismo</p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>carism&aacute;tico</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>Carism&aacute;tico</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>Governo </p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>Aprova&ccedil;&atilde;o abaixo da popularidade</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>Aprova&ccedil;&atilde;o abaixo da popularidade</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="151" valign="top">
<p>Influ&ecirc;ncia na reelei&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
<td width="216" valign="top">
<p>A candidata tem potencial</p>
</td>
<td width="168" valign="top">
<p>Perdeu a elei&ccedil;&atilde;o </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Interessante na America Latina o presidente e governo s&atilde;o avaliados separadamente pela popula&ccedil;&atilde;o. Se o presidente &eacute; carism&aacute;tico sua popularidade &eacute; elevada, mesmo tendo um governo com falhas de planejamento e execu&ccedil;&atilde;o. A figura do presidente na America Latina &eacute; o Salvador da P&aacute;tria,&nbsp; pode ser centralizador, autorit&aacute;rio, mas sua imagem &eacute; &nbsp;dissociada de seu governo pela &oacute;tica da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente do Chile &eacute; carism&aacute;tica, envolve com a popula&ccedil;&atilde;o, que &eacute; incomum no Chile. Criou um novo padr&atilde;o pol&iacute;tico, falar com o povo sem a redoma de vidro. O novo presidente, Pi&ntilde;era segue o mesmo caminho. Para a popula&ccedil;&atilde;o latina&nbsp; esse contato corpo a corpo, m&atilde;o a m&atilde;o, percebe que o presidente &eacute; feita de carne e osso, faz parte da popula&ccedil;&atilde;o. Ela n&atilde;o resolveu os grandes problemas sociais do pa&iacute;s, continuando com as mesmas falhas dos presidentes anteriores. O terremoto abriu a cortina desse abismo social, em que o pa&iacute;s gira <st1:personname productid="em torno de Santiago. Em" w:st="on"><st1:personname productid="em torno de Santiago." w:st="on">em torno de Santiago.</st1:personname> Em</st1:personname> primeiro lugar Santiago, depois, depois, o restante do pa&iacute;s. No fim do mandato mostrou fraqueza, que um l&iacute;der n&atilde;o deve ter, demorou enviar os militares para as &aacute;reas de desastres, para controlar saques e roubos. &nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o exemplo do Lula &eacute; um h&aacute;bil pol&iacute;tico, sabe manipular a plat&eacute;ia conforme seu grau de instru&ccedil;&atilde;o. &Eacute; o tipo orador com discurso de auto-ajuda. Ele transmite a empatia na acep&ccedil;&atilde;o da palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos EUA o presidente &eacute; o condutor da pol&iacute;tica de aspira&ccedil;&atilde;o da sociedade. N&atilde;o h&aacute; separa&ccedil;&atilde;o da figura do presidente&nbsp; e de sua pol&iacute;tica. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela condu&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica e reflete muito na sua imagem o resultado de sua pol&iacute;tica.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos EUA a centraliza&ccedil;&atilde;o do governo federal &eacute; limitada, contribuindo para a&nbsp; desburocratiza&ccedil;&atilde;o do Estado, &nbsp;&nbsp;uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o maior da coisa p&uacute;blica, maior transpar&ecirc;ncia , deve prestar conta&nbsp; para pr&oacute;pria sociedade civil organizada. Cada cidad&atilde;o americano &eacute; fiscalizado e ele pode tamb&eacute;m fiscalizar. Essa intera&ccedil;&atilde;o&nbsp; da cidadania possibilita a maior participa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o na pol&iacute;tica e principalmente&nbsp; na sua regi&atilde;o (cidade, estado). Com esse tipo de participa&ccedil;&atilde;o o cidad&atilde;o americano tem maior no&ccedil;&atilde;o de cidadania e direitos. Na America Latina por quest&atilde;o cultural e origem a democracia foi adaptada de uma aristocracia, com todos os defeitos. A ess&ecirc;ncia da aristocracia &eacute; autorit&aacute;ria, centralizadora e com in&uacute;meros privil&eacute;gios. A democracia na America Latina foi formada do topo da pir&acirc;mide para baixo. Isto quer dizer, um ter&ccedil;o da casta privilegiada (funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, pol&iacute;ticos, etc)&nbsp;&nbsp; &eacute; mantida pelos dois ter&ccedil;os da sociedade, O que significa na America Latina a democracia &eacute; centralizadora, populesca e caudilhesca. Veja o exemplo de Santiago e Bras&iacute;lia, s&atilde;o n&uacute;cleos que os demais estados ou regi&otilde;es giram em torno deles e eles s&atilde;o potencialmente dependentes para o desenvolvimento das regi&otilde;es, cidades, comunidades. S&atilde;o os resqu&iacute;cios das respectivas&nbsp; coloniza&ccedil;&otilde;es espanhola e portuguesa.&nbsp; &Eacute; uma mistura de feudalismo com democracia. </p>
<p style="text-align: justify;">No sistema feudalismo a hierarquia consistia: Clero (padres, bispos, papa), Nobreza (reis, condes, senhores feudais, duques, cavaleiros), hoje (presidente, congresso, funcion&aacute;rio p&uacute;blico, Servos (camponeses), hoje (sociedade). O sistema feudalismo era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses. Se analisarmos os significados de sesmarias e capitanias heredit&aacute;rias, ainda hoje, persistem com outro enfoque. A democracia na America Latina &eacute; isso. </p>]]></description>
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<title>A decepcionante visita de Lula</title>
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<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 17:49:26 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Cesar</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/217332/images/public/22222/bligo-LulaOrlando.jpg?v=1267994604671" alt="bligo-LulaOrlando.jpg" style="border: 0; margin: 4px;" title="bligo-LulaOrlando.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify;">Minha capacidade de indigna&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica atenua-se um pouco nos meses do ano que passo na Europa. Suponho que a raz&atilde;o disso seja o fato de que, l&aacute;, vivo em pa&iacute;ses democr&aacute;ticos nos quais, independentemente dos problemas de que padecem, h&aacute; uma ampla margem de liberdade para a cr&iacute;tica, e a imprensa, os partidos, as institui&ccedil;&otilde;es e os indiv&iacute;duos costumam protestar de maneira &iacute;ntegra e com estardalha&ccedil;o quando ocorrem epis&oacute;dios ultrajantes e desprez&iacute;veis, principalmente no campo pol&iacute;tico. </p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, na Am&eacute;rica Latina, onde costumo passar de tr&ecirc;s a quatro meses ao ano, esta capacidade de indigna&ccedil;&atilde;o volta sempre, com a f&uacute;ria da minha juventude, e me faz viver sempre temeroso, alerta, desassossegado, esperando (e perguntando-me de onde vir&aacute; desta vez) o fato execr&aacute;vel que, provavelmente, passar&aacute; despercebido para a maioria, ou merecer&aacute; o benepl&aacute;cito ou a indiferen&ccedil;a geral. </p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada, experimentei mais uma vez esta sensa&ccedil;&atilde;o de asco e de ira, ao ver o risonho presidente Lula do Brasil abra&ccedil;ando carinhosamente Fidel e Ra&uacute;l Castro, no mesmo momento em que os esbirros da ditadura cubana perseguiam os dissidentes e os sepultavam nos calabou&ccedil;os para impedir que assistissem ao enterro de Orlando Zapata Tamayo, o pedreiro pacifista da oposi&ccedil;&atilde;o, de 42 anos, pertencente ao Grupo dos 75, que os algozes castristas deixaram morrer de inani&ccedil;&atilde;o - depois de submet&ecirc;-lo em vida a confinamento, torturas e conden&aacute;-lo com pretextos a mais de 30 anos de c&aacute;rcere - depois de 85 dias de greve de fome. </p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa que n&atilde;o tenha perdido a dec&ecirc;ncia e tenha um m&iacute;nimo de informa&ccedil;&atilde;o sobre o que acontece em Cuba espera do regime castrista que aja como sempre fez. H&aacute; uma absoluta coer&ecirc;ncia entre a condi&ccedil;&atilde;o de ditadura totalit&aacute;ria de Cuba e uma pol&iacute;tica terrorista de persegui&ccedil;&atilde;o a toda forma de dissid&ecirc;ncia e de cr&iacute;tica, a viola&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica dos mais elementares direitos humanos, de falsos processos para sepultar os opositores em pris&otilde;es imundas e submet&ecirc;-los a vexames at&eacute; enlouquec&ecirc;-los, mat&aacute;-los ou impeli-los ao suic&iacute;dio. Os irm&atilde;os Castro exercem h&aacute; 51 anos esta pol&iacute;tica, e somente os idiotas poderiam esperar deles um comportamento diferente. </p>
<p style="text-align: justify;">DESCARAMENTO</p>
<p style="text-align: justify;">Mas de Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, governante eleito em elei&ccedil;&otilde;es leg&iacute;timas, presidente constitucional de um pa&iacute;s democr&aacute;tico como o Brasil, seria de esperar, pelo menos, uma atitude um pouco mais digna e coerente com a cultura democr&aacute;tica que teoricamente ele representa, e n&atilde;o o descaramento indecente de exibir-se, risonho e c&uacute;mplice, com os assassinos virtuais de um dissidente democr&aacute;tico, legitimando com sua presen&ccedil;a e seu proceder a ca&ccedil;ada de opositores desencadeada pelo regime no mesmo instante em que ele era fotografado abra&ccedil;ando os algozes de Zapata. </p>
<p style="text-align: justify;">O presidente Lula sabia perfeitamente o que estava fazendo. Antes de viajar para Cuba, 50 dissidentes lhe haviam pedido uma audi&ecirc;ncia durante sua estadia em Havana para que intercedesse perante as autoridades da ilha pela liberta&ccedil;&atilde;o dos presos pol&iacute;ticos martirizados, como Zapata, nos calabou&ccedil;os cubanos. Ele se negou a ambas as coisas. </p>
<p style="text-align: justify;">N&atilde;o os recebeu nem defendeu sua causa em suas duas visitas anteriores &agrave; ilha, cujo regime liberticida sempre elogiou sem o menor eufemismo. </p>
<p style="text-align: justify;">Al&eacute;m disso, este comportamento do presidente brasileiro caracterizou todo o seu mandato. H&aacute; anos que, em sua pol&iacute;tica exterior, ele desmente de maneira sistem&aacute;tica sua pol&iacute;tica interna, na qual respeita as regras do estado de direito, e, em mat&eacute;ria econ&ocirc;mica, em vez das receitas marxistas que propunha quando era sindicalista e candidato - dirigismo econ&ocirc;mico, estatiza&ccedil;&otilde;es, rep&uacute;dio dos investimentos estrangeiros, etc. -, promove uma economia de mercado e da livre iniciativa como qualquer estadista social-democrata europeu. </p>
<p style="text-align: justify;">Mas, quando se trata do exterior, o presidente Lula se despe de suas vestimentas democr&aacute;ticas e abra&ccedil;a o comandante Ch&aacute;vez, Evo Morales, o comandante Ortega, ou seja, com a esc&oacute;ria da Am&eacute;rica Latina, e n&atilde;o tem o menor escr&uacute;pulo em abrir as portas diplom&aacute;ticas e econ&ocirc;micas do Brasil aos s&aacute;trapas teocr&aacute;ticos integristas do Ir&atilde;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que significa esta duplicidade? Que Lula nunca mudou de verdade? Que &eacute; um simples mascarado, capaz de todas as piruetas ideol&oacute;gicas, um pol&iacute;tico med&iacute;ocre sem espinha dorsal c&iacute;vica e moral? Segundo alguns, os des&iacute;gnios geopol&iacute;ticos para o Brasil do presidente Lula est&atilde;o acima de questi&uacute;nculas como Cuba, ou a Coreia do Norte, uma das ditaduras onde se cometem as piores viola&ccedil;&otilde;es dos direitos humanos e onde h&aacute; mais presos pol&iacute;ticos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O importante para ele s&atilde;o coisas mais transcendentes como o Porto de Mariel, que o Brasil est&aacute; financiando com US$ 300 milh&otilde;es, ou a pr&oacute;xima constru&ccedil;&atilde;o pela Petrobr&aacute;s de uma f&aacute;brica de lubrificantes em Havana. Diante de realiza&ccedil;&otilde;es deste porte, o que poderia importar ao "estadista" brasileiro que um pedreiro cubano qualquer, e ainda por cima negro e pobre, morresse de fome clamando por ninharias como a liberdade? Na verdade, tudo isto significa, infelizmente, que Lula &eacute; um t&iacute;pico mandat&aacute;rio "democr&aacute;tico" latino-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">Quase todos eles s&atilde;o do mesmo feitio, e quase todos, uns mais, outros menos, embora - quando n&atilde;o t&ecirc;m mais rem&eacute;dio - praticam a democracia no seio dos seus pr&oacute;prios pa&iacute;ses, mas, no exterior, n&atilde;o t&ecirc;m nenhuma vergonha, como Lula, em cortejar ditadores e demagogos, porque acham, coitados, que desta maneira os tapinhas amistosos lhes proporcionar&atilde;o uma credencial de "progressistas" que os livrar&aacute; de greves, revolu&ccedil;&otilde;es e de campanhas internacionais acusando-os de violar os direitos humanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como lembra o analista peruano Fernando Rospigliosi, em um artigo admir&aacute;vel: "Enquanto Zapata morria lentamente, os presidentes da Am&eacute;rica Latina - entre eles o algoz cubano - reuniam-se no M&eacute;xico para criar uma organiza&ccedil;&atilde;o (mais uma!) regional. Nem uma palavra saiu dali para exigir a liberdade ou um melhor tratamento para os mais de 200 presos pol&iacute;ticos cubanos." O &uacute;nico que se atreveu a protestar - um justo entre os fariseus - foi o presidente eleito do Chile, Sebasti&aacute;n Pi&ntilde;era.</strong> </p>
<p style="text-align: justify;">De modo que a cara de qualquer um destes chefes de Estado poderia substituir a de Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, abra&ccedil;ando os irm&atilde;os Castro, na foto que me revoltou o est&ocirc;mago ao ver os jornais da manh&atilde;. </p>
<p style="text-align: justify;">Estas caras n&atilde;o representam a liberdade, a limpeza moral, o civismo, a legalidade e a coer&ecirc;ncia na Am&eacute;rica Latina. Estes valores est&atilde;o encarnados <st1:personname productid="em pessoas como Orlando Zapata" w:st="on">em pessoas como Orlando Zapata</st1:personname> Tamayo, nas Damas de Branco, Oswaldo Pay&aacute;, Elizardo S&aacute;nchez, a blogueira Yoani S&aacute;nchez, e em outros cubanos e cubanas que, sem se deixarem intimidar pelas press&otilde;es, as agress&otilde;es e humilha&ccedil;&otilde;es cotidianas de que s&atilde;o v&iacute;timas, continuam enfrentando a tirania castrista. E se encarnam ainda, em primeiro lugar, nas centenas de prisioneiros pol&iacute;ticos e, sobretudo, no jornalista independente Guillermo Fari&ntilde;as, que, enquanto escrevo este artigo, h&aacute; oito dias est&aacute; em greve de fome em Cuba para protestar pela morte de Zapata e exigir a liberta&ccedil;&atilde;o dos presos pol&iacute;ticos. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O curioso e terr&iacute;vel paradoxo &eacute; que no interior de um dos mais desumanos e cru&eacute;is regimes que o continente conheceu se encontrem hoje os mais dignos e respeit&aacute;veis pol&iacute;ticos da Am&eacute;rica Latina.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Estado de S&atilde;o Paulo - Domingo, 07 de Mar&ccedil;o de 2010 -&nbsp;Mario Vargas Llosa</p>]]></description>
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<title>Lula pode se licenciar para ajudar Dilma</title>
<link>http://seligabrasil.bligoo.com/content/view/734047/Lula-pode-se-licenciar-para-ajudar-Dilma.html#content-top</link>
<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 11:33:13 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Francisco Díaz-Valdés</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" alt="lula-e-dilma.jpg" title="lula-e-dilma.jpg" src="http://bligoo.com/media/users/1/86953/images/public/22222/lula-e-dilma.jpg?v=1267713164953" /></p>
<p><b>O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva pode se licenciar do cargo,&nbsp;em
agosto e setembro, para participar da campanha de Dilma Rousseff &agrave;
presid&ecirc;ncia, segundo informa&ccedil;&otilde;es&nbsp;do jornal&nbsp;<i>O Globo</i>.</b></p>
<p>Segundo o Estado apurou, o presidente ainda n&atilde;o tomou nenhuma decis&atilde;o sobre o tema. Fontes pr&oacute;ximas &agrave; presid&ecirc;ncia afirmaram, no entanto, que Lula considera a hip&oacute;tese de se licenciar em algum momento durante a campanha, mas que ele pretende concluir o mandato.<br /><br />De acordo com o colunista Ilimar Franco, do O Globo, com o pedido de licen&ccedil;a o presidente Lula quer evitar problemas com a Justi&ccedil;a Eleitoral e se dedicar &agrave; tarefa de eleger o seu sucessor. O per&iacute;odo e o afastamento seriam ditados pela necessidade pol&iacute;tica.<br /><br />Durante o per&iacute;odo de licen&ccedil;a, o cargo poder&aacute; ser exercido pelo presidente do Senado, Jos&eacute; Sarney. O ex-presidente da Rep&uacute;blica &eacute; o &uacute;nico na linha sucess&oacute;ria que poder&aacute; assumir, porque o vice Jos&eacute; Alencar e o presidente da C&acirc;mara, Michel Temer (PMDB-SP) dever&atilde;o ser candidatos nas pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Em outubro, o Estado antecipou que Lula estava sendo pressionado pelo PMDB para considerar a possibilidade de tirar um m&ecirc;s de licen&ccedil;a, durante as elei&ccedil;&otilde;es, para se dedicar integralmente &agrave; campanha de Dilma Rousseff, caso as pesquisas eleitorais sobre a candidata apontassem um desempenho abaixo do esperado.<br /><br /><b>Portal Brasil</b><br /><br />Na quarta-feira, 3, Lula participou do lan&ccedil;amento do Portal Brasil (www.brasil.gov.br), que re&uacute;ne todas as informa&ccedil;&otilde;es dos sites de governo em apenas um site. Nesta quinta-feira, 4, o presidente deve participar &agrave; tarde de uma reuni&atilde;o sobre o PAC II, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Bras&iacute;lia.</p>]]></description>
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<title>FAB quer enviar mais aviões ao Chile para trazer brasileiros</title>
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<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 14:18:43 -0300</pubDate>
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<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
<description><![CDATA[<p><img src="http://bligoo.com/media/users/4/211811/images/public/22222/terremoto.jpg?v=1267550293728" alt="terremoto.jpg" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border: 0" title="terremoto.jpg" /></p>
<p>A For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira (FAB) divulgou nesta ter&ccedil;a-feira que estuda o envio de outras aeronaves ao Chile com o objetivo de trazer brasileiros que permanecem no pa&iacute;s, atingido por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter no &uacute;ltimo s&aacute;bado. </p>
<p>Segundo a FAB, ainda n&atilde;o foi definida uma data para a decolagem das aeronaves. Nesta madrugada, um avi&atilde;o da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica com 30 brasileiros que estavam no Chile pousou na Base A&eacute;rea de S&atilde;o Paulo.</p>
<p><b>Trag&eacute;dia no Chile</b><br />Centenas de pessoas morreram ap&oacute;s o terremoto de 8,8 graus na escala Richter registrado na madrugada de s&aacute;bado (27) no Chile. A contagem de corpos passa de 700, e o n&uacute;mero de afetados chega a 2 milh&otilde;es, segundo o governo. A presidente Michelle Bachelet declarou "estado de cat&aacute;strofe" no pa&iacute;s.</p>
<p>O tremor teve epicentro no mar, a 59,4 km de profundidade, na regi&atilde;o de Maule, no centro do pa&iacute;s e a 300 km ao sul da capital, Santiago. Por isso, foi enviado um alerta de tsunami ao chile, Peru e Equador. Segundo fontes oficiais, o terremoto aconteceu &agrave;s 3h26 pelo hor&aacute;rio local (mesmo hor&aacute;rio em Bras&iacute;lia). O n&uacute;mero de v&iacute;timas mortais e de feridos pode aumentar.</p>
<p><b>Efeitos do estrago</b><br />Os danos materiais do terremoto ainda est&atilde;o sendo avaliados. O muro de uma pris&atilde;o veio abaixo com o abalo s&iacute;smico, o que causou a fuga de mais de 200 detentos na cidade de Chill&aacute;n, a 401 quil&ocirc;metros de Santiago. O aeroporto internacional de Santiago chegou a ser fechado devido a alguns danos em suas instala&ccedil;&otilde;es, e v&aacute;rias pontes ficaram danificadas. A luz e o servi&ccedil;o de telecomunica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o cortadas na regi&atilde;o metropolitana e em Valpara&iacute;so foram registrados danos internos em edif&iacute;cios. Os bombeiros correm as ruas de Santiago com megafones dando instru&ccedil;&otilde;es &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em alguns lugares, falta &aacute;gua pot&aacute;vel. Pelo menos tr&ecirc;s hospitais na capital desabaram e na cidade de Concepci&oacute;n, cerca de 400 km ao sul de Santiago, o edif&iacute;cio do governo local desmoronou e pacientes estavam sendo transferidos dos hospitais, segundo r&aacute;dios chilenas.</p>
<p><b>Mais forte que no Haiti</b><br />O movimento s&iacute;smico, muito mais poderoso que o mort&iacute;fero terremoto que devastou o Haiti em janeiro, tamb&eacute;m causou p&acirc;nico no popular balne&aacute;rio de Vi&ntilde;a del Mar. De manh&atilde;, policiais e bombeiros percorriam as ruas em distintas cidades do pa&iacute;s para verificar a magnitude dos danos e socorrer v&iacute;timas.</p>
<p>O terremoto ocorreu poucos dias antes de completar 25 anos do sismo que causou centenas de v&iacute;timas e destruiu v&aacute;rias localidades no litoral central do Chile, em 3 de mar&ccedil;o de 1985.</p>]]></description>
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